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  • Crédito imobiliário mais restrito: o que muda para quem pretende comprar um imóvel?

    Crédito imobiliário mais restrito: o que muda para quem pretende comprar um imóvel?

    Nos últimos meses, o mercado imobiliário voltou a demonstrar força. A procura por imóveis continua aquecida, mas quem pretende recorrer ao financiamento bancário pode encontrar um cenário mais rigoroso na análise de crédito.

    Segundo a Pesquisa Trimestral de Condições de Crédito, divulgada pelo Banco Central e repercutida pelo Portal Publicidade Imobiliária, as principais instituições financeiras do país esperam aumentar o grau de restrição na concessão de crédito habitacional durante o terceiro trimestre de 2026. A expectativa está relacionada principalmente à menor tolerância ao risco e à preocupação com um possível aumento da inadimplência. Portal Publicidade Imobiliária

    Embora isso não signifique o fim do financiamento imobiliário, o movimento reforça uma tendência importante: conquistar a aprovação do crédito pode exigir ainda mais planejamento financeiro.


    Bancos devem ficar mais criteriosos na concessão de crédito

    A pesquisa mostra que os bancos não esperam interromper as linhas de financiamento habitacional, mas sim adotar critérios mais rigorosos na aprovação das operações.

    Na prática, isso significa que fatores como renda comprovada, histórico financeiro, comprometimento mensal da renda e capacidade de pagamento tendem a ganhar ainda mais peso durante a análise de crédito. Portal Publicidade Imobiliária

    Para quem pretende adquirir um imóvel, especialmente em um cenário de juros elevados e maior seletividade das instituições financeiras, organizar a vida financeira antes de solicitar o crédito pode fazer toda a diferença.


    A demanda por imóveis continua forte

    Curiosamente, o movimento dos bancos acontece justamente em um momento em que o interesse dos consumidores por imóveis permanece elevado.

    De acordo com o levantamento, a demanda por financiamento habitacional continuou crescendo ao longo do segundo trimestre e deve permanecer aquecida nos próximos meses. Entre os fatores que sustentam esse interesse estão as condições do mercado de trabalho, o comportamento das taxas de juros e a busca por segurança patrimonial. Portal Publicidade Imobiliária

    Em outras palavras, existe um cenário em que mais pessoas desejam comprar imóveis, enquanto os bancos demonstram maior cautela para conceder crédito.


    O que isso significa para quem deseja comprar um imóvel?

    Quando o crédito fica mais seletivo, muitas pessoas imaginam que a única alternativa é adiar os planos. Na prática, esse momento exige uma mudança de perspectiva.

    Mais importante do que procurar imediatamente uma linha de financiamento é entender qual estratégia faz sentido para cada objetivo.

    Dependendo do perfil do comprador, do prazo disponível e da necessidade de utilização do crédito, diferentes soluções podem atender à mesma finalidade.

    É justamente nesse contexto que o planejamento passa a ser um diferencial.


    O consórcio ganha ainda mais relevância

    O consórcio não substitui automaticamente o financiamento. São modalidades diferentes, com características, custos e objetivos distintos.

    No entanto, em períodos de maior restrição no crédito bancário, muitas pessoas passam a considerar o consórcio como uma alternativa para estruturar a aquisição de um imóvel de forma planejada.

    Além da modalidade tradicional, também existem estratégias envolvendo cartas contempladas, que podem atender determinados perfis de compradores conforme o objetivo da operação.

    Por isso, antes de decidir entre financiamento, consórcio ou carta contemplada, vale a pena analisar o cenário completo e entender qual solução faz mais sentido para cada caso.


    Estratégia antes da escolha do produto

    Na B2B Capital / CONMAQ, acreditamos que nenhuma operação deve começar pela escolha de um produto financeiro.

    Antes de indicar um consórcio, uma carta contemplada ou qualquer outra alternativa, buscamos compreender o objetivo do cliente, o prazo desejado, a necessidade de crédito e as características da operação.

    Essa análise permite avaliar diferentes possibilidades e construir uma estratégia alinhada ao patrimônio que o cliente deseja desenvolver.

    Em um cenário de maior seletividade no mercado de crédito, contar com orientação especializada pode fazer diferença na tomada de decisão.


    Conclusão

    A expectativa de maior rigor na concessão de crédito imobiliário não significa que comprar um imóvel ficará impossível.

    O que muda é a importância do planejamento.

    Quanto mais criteriosa for a análise dos bancos, maior tende a ser o valor de uma estratégia bem estruturada antes da contratação do crédito.

    Seja por meio do financiamento, do consórcio ou de uma carta contemplada, compreender as alternativas disponíveis ajuda a tomar decisões mais conscientes e alinhadas aos objetivos de longo prazo.


    Fale com a B2B Capital / CONMAQ

    Está planejando adquirir um imóvel e quer entender qual estratégia faz mais sentido para o seu momento?

    Converse com a equipe da B2B Capital / CONMAQ e conheça as alternativas disponíveis para estruturar sua aquisição de forma segura e planejada.

  • Aluguel sobe 10 vezes mais que a inflação em julho: o que isso significa para quem quer construir patrimônio?

    Aluguel sobe 10 vezes mais que a inflação em julho: o que isso significa para quem quer construir patrimônio?

    Segundo o Índice FipeZAP de Locação Residencial, os valores anunciados para novos aluguéis avançaram 0,70% no mês, enquanto o IPCA — índice oficial de inflação do país — registrou alta de apenas 0,07%.

    O preço dos aluguéis residenciais voltou a chamar atenção em julho de 2026.

    Em outras palavras, naquele mês, a alta dos preços de locação foi dez vezes maior do que a inflação oficial.

    E não se trata apenas de um movimento pontual.

    Nos últimos 12 meses, os preços de locação residencial acompanhados pelo FipeZAP acumularam alta de 9,28%, enquanto o IPCA avançou 4,44% e o IGP-M, tradicionalmente utilizado como referência em contratos de aluguel, acumulou 2,76%.

    Para quem vive de aluguel e pretende adquirir um imóvel no futuro, os números trazem uma discussão importante: quanto custa adiar a construção do patrimônio?

    O aluguel realmente subiu dez vezes mais que a inflação?

    Em julho, sim.

    A comparação vem diretamente dos dois indicadores:

    • FipeZAP de Locação Residencial: +0,70%
    • IPCA: +0,07%

    O FipeZAP também registrou alta de 5,97% nos primeiros sete meses de 2026, contra 3,44% do IPCA no mesmo período.

    Existe, entretanto, uma diferença importante que precisa ser entendida.

    O Índice FipeZAP considera preços anunciados para novos contratos de locação de apartamentos prontos nas cidades monitoradas. Ele não mede diretamente o reajuste de contratos de aluguel que já estão em andamento.

    Por isso, o indicador funciona principalmente como um termômetro de quanto o mercado está pedindo de quem procura um imóvel para alugar agora.

    E esse termômetro mostra uma pressão relevante.

    Em 12 meses, o aluguel avançou mais que o dobro da inflação

    Quando ampliamos a análise para os últimos 12 meses, a diferença continua evidente.

    O aluguel residencial acumulou alta média de 9,28%, enquanto o IPCA ficou em 4,44%.

    Imóveis de dois dormitórios foram os que apresentaram maior valorização no período, com avanço de 10,21%.

    O preço médio anunciado entre as 36 cidades acompanhadas pelo levantamento chegou a R$ 54,17 por metro quadrado em julho.

    Os números mostram que o custo de acesso à moradia não necessariamente acompanha a inflação geral da economia.

    Para uma família que pretende permanecer muitos anos em uma mesma cidade, esse cenário pode mudar significativamente a conta entre simplesmente pagar pelo uso de um imóvel e começar a estruturar uma aquisição patrimonial.

    E o que aconteceu com os aluguéis em Santa Catarina?

    O comportamento varia bastante de cidade para cidade.

    Entre os municípios catarinenses acompanhados pelo FipeZAP, Joinville apresentou alta de 2,09% somente em julho. Nos últimos 12 meses, o avanço foi de 6,24%.

    Em Florianópolis, a variação de julho foi menor, de 0,03%, enquanto a alta acumulada em 12 meses chegou a 2,99%. Já São José registrou avanço mensal de 0,60%.

    É importante observar que o índice não representa todos os municípios de Santa Catarina. Ainda assim, os dados ajudam a demonstrar como o mercado imobiliário pode apresentar comportamentos bastante diferentes de uma região para outra.

    E é justamente por isso que decisões relacionadas a patrimônio precisam ser estruturadas de acordo com objetivo, prazo e capacidade financeira de cada pessoa ou empresa.

    Continuar no aluguel ou comprar um imóvel?

    Não existe uma resposta universal.

    Morar de aluguel pode fazer sentido para quem busca mobilidade, ainda não definiu onde pretende morar ou prefere manter seus recursos disponíveis para outros objetivos.

    Da mesma forma, adquirir um imóvel pode fazer sentido para quem possui um horizonte de longo prazo e deseja transformar parte do orçamento destinado à moradia em uma estratégia de formação patrimonial.

    O erro está em tomar uma decisão desse tamanho sem planejamento.

    Quando o aluguel sobe persistentemente acima da inflação, uma pergunta passa a ser ainda mais relevante:

    se a aquisição de um imóvel já faz parte dos seus planos, quando esse planejamento deve começar?

    Não necessariamente no momento da compra.

    Em muitos casos, a estrutura financeira pode começar anos antes.

    Onde o consórcio imobiliário entra nessa estratégia?

    O consórcio é uma modalidade de autofinanciamento coletivo destinada à aquisição de bens e serviços. Diferentemente de uma operação tradicional de financiamento, sua estrutura é baseada na formação de grupos administrados por empresas autorizadas.

    Isso permite utilizá-lo como ferramenta de planejamento para quem possui um objetivo de aquisição de médio ou longo prazo.

    No consórcio, a contribuição mensal é composta pelo valor destinado ao fundo comum e pela taxa de administração, podendo também existir outros componentes previstos em contrato, como fundo de reserva e seguro. Por isso, a análise deve considerar o custo total da operação e não apenas o valor da parcela.

    A contemplação ocorre por sorteio ou lance e dá ao consorciado o direito de utilizar o crédito conforme as regras do contrato.

    É justamente aí que o consórcio deixa de ser simplesmente um produto financeiro e passa a ser uma ferramenta que pode integrar uma estratégia patrimonial.

    E se a aquisição do imóvel não puder esperar pela contemplação?

    Existe também o mercado de cotas já contempladas.

    Nesse caso, a contemplação da cota já ocorreu, permitindo que uma operação seja estruturada para quem necessita de um horizonte de aquisição diferente daquele de um consórcio ainda não contemplado.

    A utilização do crédito continua sujeita às condições estabelecidas pela administradora, à documentação necessária e às regras aplicáveis à operação.

    Por isso, antes de adquirir uma carta contemplada, é fundamental analisar elementos como:

    • valor do crédito disponível;
    • saldo devedor;
    • quantidade e valor das parcelas restantes;
    • condições da administradora;
    • custos envolvidos na transferência;
    • finalidade para a qual o crédito será utilizado;
    • capacidade financeira de quem assumirá a cota.

    Uma carta contemplada não deve ser escolhida apenas porque o crédito está disponível.

    Ela precisa fazer sentido dentro de uma estrutura financeira.

    O aumento dos aluguéis muda a forma de olhar para patrimônio

    O dado de julho não significa que todas as pessoas que vivem de aluguel devam imediatamente comprar um imóvel.

    Mas ele reforça um princípio importante: decisões patrimoniais precisam ser feitas olhando vários anos à frente.

    Um aluguel que hoje cabe confortavelmente no orçamento pode sofrer alterações significativas ao longo do tempo.

    Da mesma maneira, comprar um imóvel sem estrutura financeira também pode criar um problema em vez de construir patrimônio.

    Por isso, a pergunta mais útil talvez não seja simplesmente:

    “Alugar ou comprar?”

    Mas:

    “Qual estrutura financeira faz mais sentido para o patrimônio que eu quero construir?”

    É essa análise que deve vir antes da escolha da ferramenta.

    Consórcio não deve começar pela parcela. Deve começar pelo objetivo.

    Na B2B CONMAQ, o consórcio é utilizado como ferramenta dentro de uma estratégia financeira construída de acordo com o objetivo de cada cliente.

    Seja para aquisição de imóveis, veículos, máquinas ou formação de patrimônio, o ponto de partida é entender prazo, capacidade financeira e finalidade da operação.

    Para quem possui tempo para planejar, uma estratégia de consórcio pode ser estruturada desde o início.

    Para quem busca uma solução com crédito já contemplado, também é possível analisar as oportunidades disponíveis de acordo com o objetivo e o valor necessário.

    Patrimônio não se constrói com improviso. Se constrói com estrutura.

    – Quer entender qual estrutura faz sentido para o seu objetivo?

    Fale com um consultor da B2B CONMAQ para analisar sua estratégia.

    Ou, se você já busca uma oportunidade com crédito disponível, consulte nossas cartas contempladas.